6.10.09
31.7.09
206
Vivemos com uma arma apontada pra cabeça.
Seguramos essa arma com as próprias mãos.
Apontamo-as por livre e espontânea vontade.
Opinião alheia...
Ou divina.
No fim das contas,
Vivemos à margem de nos mesmos.
Somos o que deixamos de ser,
O que não tivemos coragem de ser.
Seguramos essa arma com as próprias mãos.
Apontamo-as por livre e espontânea vontade.
Opinião alheia...
Ou divina.
No fim das contas,
Vivemos à margem de nos mesmos.
Somos o que deixamos de ser,
O que não tivemos coragem de ser.
8.5.09
204
O mundo possui milhares de gênios e meia-dúzia de pessoas medíocres.
Os gênios não saem de casa, os medíocres estão no comando.
Os gênios não saem de casa, os medíocres estão no comando.
6.3.09
7.2.09
10.12.08
201
De tempos em tempos a gente se contradiz.
Eu, logo eu que sempre tive tanta convicção das minhas próprias idéias, ando duvidando até das minhas próprias dúvidas.
Definitivamente, não ando com paciência pra mim mesmo.
Quero menos teoria e mais abraço...
Pelo menos até a chuva passar.
Eu, logo eu que sempre tive tanta convicção das minhas próprias idéias, ando duvidando até das minhas próprias dúvidas.
Definitivamente, não ando com paciência pra mim mesmo.
Quero menos teoria e mais abraço...
Pelo menos até a chuva passar.
16.10.08
200
TIRO AO EGO
Lá estou eu. Lugar mais alto do pódio. Bandeira no céu. Medalha de ouro em auto-conhecimento. Estádio da minha vida. Maracanã é pouco.
Mas não há platéia. Estádio completamente às moscas.
A quem dedicar o suor dessa vitória?
Será que há vitória sem reconhecimento, sem recompensa?
Ok, eu cheguei lá. Medalha de ouro e tal. Se houvesse repórter de televisão, responderia que sinto pena do amadorismo alheio.
Também sinto pena do sorriso alheio. Quando não é falso, é ingênuo.
Mas eu os vejo, e disparo contra eles o meu sentimento mais racional, o meu olhar mais reprovador.
Mas, e quanto a eles que sequer me notam? Que desconhecem o meu esforço, ou melhor, a minha existência.
Para o diabo com suas teorias, Seadini!
Meta-se já num copo de cerveja.
Meta-se já na mediocridade humana.
Busão de 10 em 10 minutos.
Estádio sempre cheio.
Lá estou eu. Lugar mais alto do pódio. Bandeira no céu. Medalha de ouro em auto-conhecimento. Estádio da minha vida. Maracanã é pouco.
Mas não há platéia. Estádio completamente às moscas.
A quem dedicar o suor dessa vitória?
Será que há vitória sem reconhecimento, sem recompensa?
Ok, eu cheguei lá. Medalha de ouro e tal. Se houvesse repórter de televisão, responderia que sinto pena do amadorismo alheio.
Também sinto pena do sorriso alheio. Quando não é falso, é ingênuo.
Mas eu os vejo, e disparo contra eles o meu sentimento mais racional, o meu olhar mais reprovador.
Mas, e quanto a eles que sequer me notam? Que desconhecem o meu esforço, ou melhor, a minha existência.
Para o diabo com suas teorias, Seadini!
Meta-se já num copo de cerveja.
Meta-se já na mediocridade humana.
Busão de 10 em 10 minutos.
Estádio sempre cheio.
